Rotary Clubs por todo o país promovem Campanha da Hepatite Zero

Graças à capilaridade da organização do Rotary, ao engajamento dos rotarianos, e a parceria do Rotary em nosso país com a Associação
Brasileira dos Portadores de Hepatite (ABPH) têm rendido resultados positivos no combate a essa doença silenciosa.

No mundo, há mais de 400 milhões de pessoas que carregam os vírus da Hepatite B e C, e apenas 5% dos casos são diagnosticados. Em sua maioria, as hepatites virais são silenciosas e são as que mais matam no mundo, pois o portador só percebe os sintomas quando o fígado se encontra extremamente debilitado.

São orientados a fazer o teste para Hepatite pessoas com mais de 40 anos, familiares de portadores da doença, profissionais que trabalham com
animais, como porcos, ovelhas e cabras, por exemplo, toxicodependentes e portadores de doenças hepáticas crônicas.

Por essa razão, a ABPH tem se esforçado para fazer chegar ao maior número possível de pessoas os testes rápidos gratuitos que permitem identificar portadores por meio de uma gota de sangue.

Segundo o Governador do Rotary, Edison Pagnozzi, “é nós, companheiros do Distrito 4640, nos mobilizamos para erradicar a Hepatite em nosso
planeta no prazo de 15 a 20 anos. Somos Rotarianos, e a Campanha Hepatite Zero Week foi criada para engajar nossos companheiros na
erradicação das hepatites virais no mundo. É seguir o mesmo exemplo da Poliomielite, esse é o gás que precisamos para erradicar o vírus em escala global”, comenta.

 

REGIÃO AFRICANA CERTIFICA COMO LIVRE DA POLIOMELITE

A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, foi considerada erradicada na África quatro anos depois do registro dos últimos casos no continente, ocorridos no nordeste da Nigéria. A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou oficialmente no último dia 25, em Genebra, que ocontinente africano está "isento de poliovírus selvagem", que provoca a doença.

Inúmeros rotarianos, nos últimos 20 anos, trabalharam juntos em paísesde região africana para arrecadar fundos, imunizar crianças, defender a causa perante líderes locais e nacionais e aumentar a sensibilização sobre a importância da vacinação, permitindo, assim, que a Iniciativa Global de Erradicação de Pólio (GPEI) atuasse eficazmente e impedisse novos surtos da doença.

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