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Devido à pandemia do novo Coronavírus (COVID-19), muitos compromissos e agendas do Rotary tiveram que ser mudadas, isso em todo o mundo. No Rotary Distrito 4640 não é diferente.
Este ano o Governador do Distrito 4640, Edison de Castro Pagnozzi, não pôde comparecer em visitas para a admissão de novos companheiros em Rotary Clubes que abrangem o distrito, conforme orientações vindas pelo Rotary Internacional.
Contudo, como uma forma de conseguirem promover e celebrar a chegada dos novos companheiros (as), o Distrito 4640 realizará no dia 26 de novembro uma grande admissão totalmente on-line.
Segundo Ademar Spinello, presidente do Desenvolvimento do Quadro Associativo (DQA), relata que a equipe está totalmente empenhada para a realização da grande admissão. “Não esperávamos essa pandemia. Nós da equipe do DQA fizemos uma projeção de que perderíamos de 500 a 1.000 associados, justamente pelo desespero que tomou conta de todos. Contudo, buscamos soluções, não paramos. E dentre as soluções, uma delas é, principalmente, motivar os clubes, seus presidentes, que estes motivem todos os associados” pontua.
Ademar ainda comenta sobre o evento on-line, “lançamos um grande desafio para o dia 26 de novembro, que ocorrerá a grande admissão, onde esperamos a admissão de 210 novos associados. E acreditamos que iremos alcançar essa meta. Demos tempo para que os clubes pudessem buscar esses novos associados e prepará-los dentro das normas distritais. E nós da equipe nos dispusemos para, junto aos clubes, dar as instruções rotárias, dar treinamento para os novos convidados”, finaliza.
Para a realização do evento, a Imagem Pública juntamente com o DQA vêm trabalhando com muita dedicação. É uma força de ambos para que o evento ocorra.
Para Fábio Brignol de Moraes, representante da comissão da Imagem Pública do Distrito 4640, explica esse momento de ação conjunta para o evento da grande admissão. “A principal imagem pública do Rotary são os rotarianos. Por tanto, temos que trabalhar juntamente com o DQA para que as premissas do Rotary, na admissão de novos associados, sejam seguidas. Não existe nada que explicite como deve ser a escolha de novos associados, porém temos que levar em consideração a questão da nossa Prova Quádrupla e das questões éticas. Por isso, é importante o trabalho da comissão de Imagem Pública para que ela lembre sempre ao DQA e às demais comissões o principal foco da nossa instituição”, comenta.
Para o Governador do distrito, Edison de Castro Pagnozzi, “é de total importância para o nosso distrito, no qual podemos continuar sendo o maior distrito do Brasil”.
INSCRIÇÃO EVENTO GRANDE ADMISSÃO
Para se inscrever e participar do evento que ocorrerá no dia 26 de novembro, basta seguir todas as normas propostas no questionário logo a seguir.
O questionário estará disponível para preenchimento até dia 16 de novembro. Não deixe para a última hora. Solicitações em atraso, após o dia 16, infelizmente serão recusadas.
Para preencher seu formulário, acesse: https://forms.gle/7HNSVSw5rreicpwY9
É necessário possuir uma conta no Gmail para responder. Caso não tenha, utilize a conta do Gmail do Distrito 4640 fornecida gratuitamente para seu clube.
Como mudar a vida de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade se não há um relacionamento adequado entre os educadores e as pessoas que eles querem ajudar? Foi com esse problema em mente que membros do Rotary de São Paulo e da Alemanha se uniram para criar um treinamento de capacitação para educadores sociais na maior cidade do Brasil.
O projeto teve início em 2017, em uma parceria entre membros do Rotary Club de São Paulo e do Rotary Club Kempen-Krefeld, da Alemanha. Ao adotar quatro crianças brasileiras, Jünger Schmitz, membro do clube alemão, se deparou com um cenário de pouco preparo emocional dos profissionais que lidavam com crianças e adolescentes vulneráveis na capital paulista. Ele buscou o apoio do Rotary Club de São Paulo e, juntos, os clubes desenvolveram um projeto para realizar um treinamento inovador, focado em melhorar a comunicação e o relacionamento entre educadores e jovens.
“Decidimos fazer o treinamento em cinco seminários, com um tópico diferente para cada seminário”, conta Márcio Arroyo, membro do Rotary Club de São Paulo, responsável por liderar o projeto. “O clube definiu as instituições [participantes] e como iríamos fazer o projeto”, explica.
Já para montar o programa do que seria ensinado aos educadores, eles buscaram ajuda especializada. O programa do treinamento foi desenvolvido por Ronaldo Campos, diretor da Comunidade Terapêutica Filhos da Luz, especializada no atendimento de dependentes químicos.
Trabalhando com educadores sociais, Campos via que, muitas vezes, os profissionais não tinham o equilíbrio emocional necessário para lidar com os jovens em situação de vulnerabilidade, porque estes próprios profissionais enfrentavam problemas emocionais em suas famílias.
“A maior parte dos problemas relacionados à violência começa nos padrões de comunicação interna das famílias. O maior potencial de mudança social se dá quando não há culpa ou julgamento. A causa da violência no mundo começa quando emitimos julgamento do comportamento do outro.”, aponta Campos.
Desse modo, o treinamento foi montado com base em dois importantes pilares: a comunicação não-violenta (CNV) e o desenvolvimento de propósitos de vida. “O objetivo do treinamento é a expansão da consciência. As pessoas precisam encontrar significado na vida e no trabalho”, explica. Na CNV, não se usa palavras que julguem ou dominem a outra pessoa, como o verbo “mandar”, por exemplo.
Fazer com que os educadores encontrassem seu próprio propósito de vida era fundamental para que eles pudessem ajudar os jovens a encontrar novos caminhos fora da dependência química. “A dependência química é a doença do egoísmo. Eles só pensam em si, não pensam na família, na sociedade. A pessoa não tem um propósito a seguir e, aí, qualquer caminho serve”, diz Campos.
O primeiro treinamento aconteceu na Comunidade Terapêutica Filhos da Luz no primeiro semestre de 2019. A turma teve a participação de 40 profissionais, alguns da comunidade e outros de instituições que foram convidadas a participar do curso.
“A ideia é fazemos em quatro pontos diferentes de São Paulo para atingirmos as entidades locais”, conta Arroyo. A segunda turma aconteceu no segundo semestre do ano passado, no Centro Assistencial Cruz de Malta, com 43 participantes, e a terceira turma teve início em março deste ano na Associação Evangelista Beneficente, com 42 educadores sociais.
No total, aponta Arroyo, o projeto inclui a capacitação de 300 profissionais em oito treinamentos em diferentes instituições de São Paulo.
O impacto dos treinamentos é algo sentido tanto pelos educadores quanto pelos jovens assistidos. “Durante o curso, eu ia acompanhando a avaliação dos participantes e a satisfação foi muito grande. A ideia também é que eles repassem os ensinamentos do curso a seus colegas”, afirma Arroyo.
Sobre os jovens, Campos conta que “eles entendem que só se recuperam quando ajudam os outros”. “Do que os residentes têm mais se beneficiado é de ter encontrado um propósito de vida”, afirma.
No total, o Rotary investiu US$ 45.700 neste projeto, incluindo a compra de mais de 900 livros, além de equipamentos e suprimentos para a realização dos cursos.
Graças à capilaridade da organização do Rotary, ao engajamento dos rotarianos, e a parceria do Rotary em nosso país com a AssociaçãoBrasileira dos Portadores de Hepatite (ABPH) têm rendido resultados positivos no combate a essa doença silenciosa.
No mundo, há mais de 400 milhões de pessoas que carregam os vírus da Hepatite B e C, e apenas 5% dos casos são diagnosticados. Em sua maioria, as hepatites virais são silenciosas e são as que mais matam no mundo, pois o portador só percebe os sintomas quando o fígado se encontra extremamente debilitado.
São orientados a fazer o teste para Hepatite pessoas com mais de 40 anos, familiares de portadores da doença, profissionais que trabalham comanimais, como porcos, ovelhas e cabras, por exemplo, toxicodependentes e portadores de doenças hepáticas crônicas.
Por essa razão, a ABPH tem se esforçado para fazer chegar ao maior número possível de pessoas os testes rápidos gratuitos que permitem identificar portadores por meio de uma gota de sangue.
Segundo o Governador do Rotary, Edison Pagnozzi, “é nós, companheiros do Distrito 4640, nos mobilizamos para erradicar a Hepatite em nossoplaneta no prazo de 15 a 20 anos. Somos Rotarianos, e a Campanha Hepatite Zero Week foi criada para engajar nossos companheiros naerradicação das hepatites virais no mundo. É seguir o mesmo exemplo da Poliomielite, esse é o gás que precisamos para erradicar o vírus em escala global”, comenta.
REGIÃO AFRICANA CERTIFICA COMO LIVRE DA POLIOMELITE
A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, foi considerada erradicada na África quatro anos depois do registro dos últimos casos no continente, ocorridos no nordeste da Nigéria. A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou oficialmente no último dia 25, em Genebra, que ocontinente africano está "isento de poliovírus selvagem", que provoca a doença.
Inúmeros rotarianos, nos últimos 20 anos, trabalharam juntos em paísesde região africana para arrecadar fundos, imunizar crianças, defender a causa perante líderes locais e nacionais e aumentar a sensibilização sobre a importância da vacinação, permitindo, assim, que a Iniciativa Global de Erradicação de Pólio (GPEI) atuasse eficazmente e impedisse novos surtos da doença.
Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary.
O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais.
“Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria.
O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente.
Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto.
Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária.
O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores.
No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto.
Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.
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